segundo confessou o próprio Edgardo naquele momento, eles
não utilizaram este vestuário na Venezuela para evitar problemas e críticas.
Não foi só o figurino que foi ilimitado. Da manhã pra noite,
quase que como “por um toque de mágica” começou a surgir um monte de grupos
juvenis em Porto Rico e eventualmente em outros países. Com a esperança de ter
a mesma sorte do Menudo vários empresários porto riquenhos se arquitetaram para
criar diversos projetos tais como:
Concepto juvenil, Fórmula mágica, Los chicos, Los chikles, Las fresitas,
Karisma e até uns de nomes Pekes (1983)
e Pibes (1985). Na Venezuela nasce o Unicornio e os um pouco mais afortunados
Los chamos que contaram com certo
grau de popularidade entre as fãs venezuelanas. No México surgiu um sexteto que
eventualmente teria certo enraizamento: Timbiriche
que era composto por filhos e filhas de artistas famosos e empresários mexicanos
relacionados com a Televisa (o mais poderoso agrupamento de meios de
comunicação da América Latina). Nenhum destes inventos triunfaria por completo
e muitos deles faliram nos seus inícios. Pelo seguinte motivo: o Menudo era o Menudo,
os demais eram precisamente isto “os demais”. Os primeiros possuíam a “magia”,
os segundos NÃO.
No entanto é justo reconhecer e creditar certos méritos ao
grupo Los chicos, o quarteto porto
riquenho que deu a primeira oportunidade a Chayanne que se transformou por
mérito próprio em um ídolo completo. Este grupo criado pelo empresário Carlo
Afonso obteve um sucesso significativo nos lugares onde o Menudo não podia ir,
por causa de seus múltiplos compromissos, tais como a República Dominicana e
alguns mercados dos Estados Unidos e da América Latina. Los chicos chegaram a ter seu próprio programa no canal 4 WAPA TV e
até filmaram um filme. Lamentavelmente em seu momento