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domingo, 27 de novembro de 2016

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Eram tantos os compromissos do grupo que tiveram que contratar “tutores” (professores particulares) para que viajassem com eles e assim evitar que atrasassem seus estudos. Esta prática continuou firmemente até 1986 quando começaram as dificuldades nos estudos dos garotos e sérios atrasos começam a produzir-se. Logo na minha história cobro este ponto tão importante na vida de nossos filhos. Menudo fez um show em Poliedro de Caracas, Venezuela. Este marcou por ser o primeiro de milhões de concertos feitos com “a casa cheia” pois mais de 15.000 pessoas foram ao evento, marcando o primeiro grande concerto do Menudo. Desmaios, gritos, canções e especialmente a euforia coletiva das milhões de fãs ali reunidas  deram a razão para Edgardo Díaz, sua formula única funcionou, Menudo se consagrou. Padosa rapidamente se converteu numa companhia milionária e sua “empregomania” já subia para 60 empregados sem contar as inumeráveis pessoas que indiretamente eram utilizadas em trabalhos relacionados. Os conselheiros financeiros da companhia Padosa recomendaram que o capital fosse investido e utilizado para adquirir comodidades para assim aliviar o impacto contribuinte.

 Foi então que a companhia adquiriu seu primeiro avião. Este de dois motores de hélices foi usado para transportar o grupo localmente, pois não tinha o alcance internacional. Num curto período de tempo adquiriu o avião que foi propriedade do Sha do Irán. Este luxuoso avião de jatos de propulsão (Jet) se converteu no símbolo do sucesso do Menudo. Em seus lados foram pintadas as letras (logo) "MENUDO", dando ao avião um aspecto exótico e excitante. Cada empregado indispensável possuía um carro do ano proporcionado da frota de carros arrendados pela Padosa para o uso pessoal de cada um deles. Menudo se apresenta pela primeira vez no Centro de Bellas Artes de Porto Rico, instituição dedicada a fomentar as artes musicais e de teatro do povo porto-riquenho. O Centro contratou o Menudo para apresentar sete shows na Sala De Festivais.
 


Pela primeira vez na curta história do grupo se planejou uma despedida para um de seus integrantes. Chegou à temida vez de René Farrait. Edgardo e seus colaboradores temiam muito a repercussão que pudesse ter a saída deste tão idolatrado membro do grupo em seu negócio milionário. Este garoto havia se convertido numa instituição aparte e como disse antes, chegou a temer que Menudo acabasse por causa deste fato. Apesar destes temores Edgardo já havia decido que tiraria René do grupo acontecesse o que acontecesse, pois não era sua idade o fator determinante neste momento, e sim sua conduta. Edgardo alegou que os problemas com René eram tantos e tão sérios que era uma ameaça maior o fato dele estar no grupo do que a sua saída. A saída de René foi à primeira controvérsia disciplinar do grupo. René saiu contando umas histórias bem sérias sobre a verdadeira forma que se conduzia o grupo falou que os garotos estavam ganhando pouco, violando assim o direito deles. A imprensa Porto-riquenha classificou René como uma pessoa mal agradecida e pintou Edgardo como uma entidade. René falou sobre o homossexualismo, drogas e as irregularidades. Logo assim Edgardo virou a vítima, da cobiça deste menino. Muitos se perguntam: ¿porque então não houve uma ação legal da parte da mãe de René? Aqui começa a dar sentido o porquê dos integrantes filhos de pais divorciados. Neste livro se darão conta do "Impacto Cultural e psicológicos" que  enfrentavam estes meninos.

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