até na casa deles em Nova York, nas 3 da madrugada, se
conseguisse um meio de investigar para conseguir o telefone do hotel onde o
grupo estava hospedando-se. Sem duvidas, o integrante iria se lembrar de você
pelo resto da vida dele e com certeza a sua mãe ia querer te matar quando
chegasse a conta do telefone. Esta era só uma das demonstrações de carinho que
recebiam os integrantes do grupo.
Essas fã “seguidoras” conheciam tanto o grupo que sabiam os
nomes e apelidos de cada um dos membros da equipe que cuidava do grupo.
Começando por Edgardo Díaz , Jose Luis Vega “Joselo” o famoso coreógrafo e até
o porteiro dos escritórios eram santificados como famosos aos olhos das fãs
fiéis do Menudo.
O Menudo teve mais de cinquenta tipos e estilos de produtos
a venda para satisfazer a constante cede dessas jovens que desejavam possuir
tudo onde que estivesse impresso a foto e nome dos seus ídolos. Esta foi sem
dúvida alguma a maior variedade de produtos (“merchandising”) fabricados para
um artista hispânico e possivelmente a maior de todo mundo.
A menuditis não tinha nenhum limite. Era uma febre de
dimensões totalmente desproporcionais. Não importa qual o país estava sendo
contagiado; os sintomas eram sempre os mesmos.
Centenas de reportagens mostram cenas impactantes da época
de glória, em que milhares de fãs enchiam as ruas, bloqueando o trânsito em
frente ao hotel onde se hospedava o grupo. Uma das imagens mais recordadas foi
quando em junho de 1983 na véspera dos seus shows no Madison Square Garden de
Nova York, mais de “10.000 meninas histéricas” se aglomeraram na avenida onde
se localiza o Middletown Doral Inn que era o lugar onde se hospedava o grupo,
segundo os informes da polícia publicado pelo Daily News. Esse mesmo êxito foi
descrito pelos jornalistas Chris Oliver e Charles
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