grupo. Este programa foi “o diamante” de todas as tardes de
segunda a sexta no espaço de três anos (1982-85). A ascensão contínua do grupo
neste mercado culminaria com o estabelecimento de um Record de público no
Estádio Azteca.
Como mencionamos anteriormente a rede de meios de
comunicação mais poderosa do México e da América Latina “Televisa” criou um
clone do Menudo. Com a variante de incluir meninas ao conceito, surge a Banda Timbirice e no futuro o grupo Garibaldi. Assim continuaram surgindo
artistas que focavam no público jovem. Hoje se pode dizer sem medo e sem exagero
nenhum que: Luís Miguel, Yuri, Lucero, Thalía, Cristian Castro, Flavio César,
Fey, e toda essa variedade de grupos pop são “filhos artísticos” do Menudo,
como foi bem lembrado pelo jornalista Miguel López para a revista Artistas de
Porto Rico. Curiosamente em Porto Rico não se obteve este efeito, pois os cantores
e os grupos juvenis similares não obtiveram êxito, as únicas exceções foram o
ex-menudo Ricky Martin e Chayanne.
Na Venezuela o grupo aventurou-se em uma nova faceta
totalmente diferente ao excursionar pela primeira vez na sétima arte com o
longa metragem Menudo, la película.
Este filme de roteiro similar a “Hard Day’s Night” dos Beatles girava em torno
das experiências do grupo em suas turnês, shows e sua intimidade. E de nenhum
modo poderia dizer que se tratava de uma produção ambiciosa. Com um tema
simples, sem fazer uso de um roteiro rebuscado, nem técnicas sofisticadas de
fotografia ou produção, tinha um somente objetivo que cumpria plenamente: projetar
a imagem do grupo, promover suas canções e aumentar os lucros que estes
geravam.
Além deste filme produzido na Venezuela o Menudo também realizou
com grande êxito a novela Es por amor.
Ambos
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