continuaram a turnê em San Juan, depois de tarde se
apresentaram em Mayaguez e terminaram pela noite no município de Ponce. Esta
façanha voltaria a repetir-se nos princípios da década de 90, pelo cantor
venezuelano Ricardo Montaner e a porto-riquenha Yolandita Monge em um evento
denominado “El sucesso”.
Regressaram ao México em 1983, e em cada nova apresentação o Menudo estabelecia novos record’s
de público de dimensões até este momento inimagináveis. Noventa mil pessoas se
abarrotaram em dois shows na Plaza de Toros. Dez dias depois 105 mil fãs os coroaram
como ídolos indiscutíveis da juventude latino-americana em um show feito no
importantíssimo Estádio Azteca da Cidade
do México. Esta façanha foi batizada pelo apresentador do programa mexicano
Siempre en domingo Raúl Velasco como “o
dia em que o Estádio Azteca cantou”. O ritmo contagiante do grupo se estendeu
por todo território nacional mexicano e se apoderou também da cidade de
Monterrey onde 65 mil espectadores os receberam como heróis.
Como é de se supor, o México se transformou em um de seus
mercados mais importantes. A prova é que atualmente ultrapassa 93 milhões de
habitantes, constituindo um mercado extremamente poderoso e influente que
outorga a esta terra uma posição privilegiada sobre os demais países latinos
para o comércio e em particular na indústria do entretenimento. As pegadas que
o Menudo deixou no México foram tão profundas que quinze anos depois o público
mexicano guarda um respeito profundo pelo grupo. É tanto que hoje se você
chegar ao México e disser que é porto-riquenho vão te perguntar sobre o Menudo.
Sim a Venezuela, o Peru e o México sucumbiram diante do encanto
dos cinco jovens porto-riquenhos e a Colômbia
não foi uma exceção. A legendária canção Súbete a mi moto foi tão
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