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sábado, 14 de abril de 2018

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o grupo Menudo  provocou a partir de 1984. De fato, neste nível não se repetiu. Posteriormente ao fenômeno da “Menuditis” só dois artistas hispânicos conseguiram impactar os brasileiros de forma considerável... Ainda que sem igualar o “barulho” da febre provocada pelo Menudo: Rick Martin e Chayanne em data recente. Em terceiro lugar poderíamos mencionar Luís Miguel. (*Este livro foi escrito antes da chegada da febre mexicana “Rebelde”, que lançou o grupo RBD que invadiu o Brasil, mas em questão de números o Menudo ainda não foi superado).
O Menudo entra no mercado brasileiro justo no momento em que acontecia o florescimento triunfal do rock. A juventude que buscava uma nova e diferente corrente musical começou a deixar de lado os ritmos nacionais e a sua expressão musical por excelência: o samba. Subitamente até as emissoras de rádio mudaram a sua programação. Neste momento as emissoras que transmitiam o “rock” chegaram a ter o dobro de audiência das que ignoravam o gênero. Os cantores mais reconhecidos da música brasileira, tais como Caetano Veloso, Simone, Ney Matogrosso e até Roberto Carlos tiveram que moldar-se a esta corrente e incluí-la em suas produções, assim como as gírias e os modismos do “rock”. Uma amostra confiável do impacto deste gênero foi a celebração do “Festival Rock in Rio”, um evento caríssimo que reuniu milhares de fãs do gênero, oriundos do mundo todo para aclamar os artistas nacionais junto com estrelas internacionais como Rod Stewart, Iron Maiden e Queen.
Com estas circunstâncias tão favoráveis o quinteto porto-riquenho aterrissou em solo brasileiro obtendo resultados espetaculares na sua primeira turnê promocional. Em toda esquina se lia o nome do Menudo. Estavam por todos os lados e todos falavam sobre eles, alguns falavam bem e outros nem tanto. O que definitivamente foi unânime é que ninguém pode ignorar sua presença.
Em sua turnê de apresentações por diversas cidades os meios de comunicação paralisavam seus serviços para

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