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quinta-feira, 31 de maio de 2018

102 - O armamento contra Bolivar Arellanos


Outro “espetáculo” estava pra acontecer. No dia seguinte 15 de maio de 1991 a jornalista Carmen Jovet iniciou a segunda parte da série de reportagens investigativas sobre o “Caso Menudo”. Nesta ocasião, convidou ao seu programa os diretores do grupo Menudo e seu representante legal Orlando López. Este último, depois de ter denunciado a suposta difamação, tinha confirmado em duas ocasiões diante das câmeras que compareceria ao programa da que chamou de sua “amiga” Carmen Jovet. Contrariando tais palavras, nem López, nem nenhum dos relacionados cm a gerencia do Menudo compareceu ao programa. Do outro lado, estiveram presentes Bolivar Arellanos e os pais do ex-menudo Ray Reyes, o senhor Ray Reyes e sua esposa Carmen, que confirmaram as acusações sobre irregularidades e maltrato aos meninos que já tinham sido ditos no programa anterior.
No fim do programa e “como que por um toque de mágica” um contingente de mais de dez policiais, entre eles dois sargentos chegou a emissora para prender Arellanos. Desta vez a advogada Joyce Pagán uma das palestrantes do programa se viu “necessária” a assumir a representação de Arellanos e o acompanhou até o Centro Judicial.
Nas cenas vistas através da televisão, o momento de efetuar a prisão deste senhor, pareceram com os operativos policiais usados para apreender

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