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segunda-feira, 28 de maio de 2018

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O talento e a capacidade de López para mobilizar as forças da ordem pública mostra-se mais admirável ainda, quando existe um sistema democrático como o que existe em Porto Rico, a polícia não está autorizada a intervir e restringir a liberdade dos cidadãos, salvo que diante de sua presença tenha sido cometido um delito, ou que pelo contrário, tenha obtido uma ordem de um magistrado ou juiz, depois de que este determine que existe causa para a intervenção da polícia. Neste caso nunca se obteve a ordem de um juiz. Dessa forma, que a única alternativa que restava para uma intervenção valida por parte da polícia era que os três agentes e o sargento que se apresentaram na emissora tinham presenciado através da televisão as acusações de Arellanos. Mais ainda se tudo aconteceu assim, algo que parece muito improvável, tão pouco a estes agentes tinham provas de que as acusações feitas no programa não eram verdade.
O que ocorreu com respeito ao uso de força policial, não foi o único evento surpreendente com respeito a condução e ao comportamento dos organismos governamentais durante esta delicada confusão. Se algum setor governamental deveria ser relacionado de forma imediata em vista da natureza das acusações e de fato de que envolver menores, seriam as agencias como o Departamento de Serviços Sociais, o Departamento do Trabalho ou até o Departamento de Justiça e qualquer outra com algum grau de responsabilidade de velar pela saúde e o bem estar dos menores. Em Porto Rico, quando acontece a mínima insinuação ou imputação que possa dar margem a uma situação de maltrato de menores; agencias as mencionadas anteriormente, atuam de forma proativa, preventiva e investigativa para identificar a veracidade da informação e prevenir ou deter qualquer conduta que possa afetar

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