mão de seu filho Rubén que estava junto com ela, afirmou que
processaria os donos do Menudo. “Isso tem que parar”, foi a sua ultima fala.
Neste mesmo programa Jovet apresentou uma entrevista com o
chefe dos fiscais do Departamento de Justiça de Porto Rico, o Fiscal Pedro Gerónimo
Goyco Amador. O Departamento de Justiça, junto com outros órgãos governamentais,
tinham sido os grandes ausentes desta polêmica e talvez, se estes tivessem
adotado um papel mais ativo ou ao menos tivessem demonstrado uma maior
iniciativa, tivesse podido ser a peça chave que ajudaria a esclarecer toda esta polêmica. Alguns dos pais dos integrantes tinham apresentado uma solicitação
diante do Secretário de Justiça Héctor Rivera Cruz, com cópia para o então
governador Rafael Hernández Colón para que se iniciasse uma investigação sobre
as denúncias e para isto poriam a disposição da polícia os testemunhos de seus
filhos. Nessa ação acrescentaram que “surgiriam provas, em razão desta
investigação, e alcançariam os culpados”
Esta petição que contava com a assinatura de 16 pais e
meninos, foi recebida no escritório do Secretário de Justiça no dia 4 de junho
de 1991. Em sua resposta oficial o Fiscal Goyco e o Secretário Rivera Cruz se
limitaram a indicar que para poder iniciar uma investigação necessitava contar
com uma declaração feita por alguma das vítimas. Ambas as autoridades, concluíram
seu comunicado com um convite para a comunidade para que aquele que tivesse
conhecimento sobre o assunto os informasse.
No programa de Jovet o fiscal Goyco acrescentou um pouco
mais e disse que com relação a estes fatos, era necessário determinar se algum
dos supostos delitos
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