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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

página 12



Falo como pai e tenho a firme convicção de que essa é a minha responsabilidade de contar toda nossa história, para que quando um menino disser a seu pai “¡Papai Quero Ser Um Artista!,” este possa ter uns elementos de juízo ao respeito. Eu não tive essa informação e me deixei levar pelos desejos sinceros de agradar meu filho e cego pela lenda, que produziu em mim o que foi conhecido como a "Menuditis" (febre do Menudo). Não quero dizer com isto que tomei só decisões equivocadas, mas se tivesse tido a informação contida aqui as coisas não teriam acontecido da forma que terminaram acontecendo. Só o instinto de pai e minha presença insistente e constante nos assuntos do Raymond, salvou nosso filho das consequências e desdobramentos desastrosos. Hoje em dia (2012) e na idade de 40 anos Raymond ainda sofre de um trauma inacreditável com tudo o que tem haver com o Menudo, especialmente com Edgardo Díaz; impedindo assim que tomasse vantagem do feito de que esteve no grupo e que suas portas artísticas permaneceram abertas.
 Dedico meu livro a todos os Menudos que ao momento de escrever o final deste livro eles estiveram vinte cinco e vinte anos da existência do grupo. Meu filho foi o décimo quinto (15) integrante. Também dedico este livro a todos os pais destes integrantes, especialmente aqueles que viveram a mesma experiência. Eles sabem que tudo o que escrevo é como é. Esses pais não contam ou negam sua experiência por alguma razão ou outra. Se disseram, ninguém os escutou ou acreditou neles. Assim que eu digo para eles e mesmo que neguem, eles sabem que é uma história repetida uma e outra vez e que a história contida neste livro, muito facilmente pode se  multiplicar por cada um dos integrantes na historia do Menudo. Aos pais que não passarão pela mesma experiência, lhes felicito, pois vocês tiveram um privilégio que poucos tiveram. DOU-LHES AS BOAS VINDAS À UMA AVENTURA CHAMADA MENUDO
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