terça-feira, 14 de novembro de 2017

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Foram muitas as horas, os dias e as noites, semanas e meses que dedicamos a este trabalho e a difícil responsabilidade de manter a objetividade ao momento de analisar uma história tão complexa e repleta de fortes emoções. Também foram muitas as noites em que enquanto escrevia, escutava uma e outra vez, aqueles discos do Menudo que recriavam na minha mente toda a fantasia e a emoção que uma vez senti. Desembrulhei cada recordação do Charlie, Ricky, Miguel, Johnny, René... e voltei a vestir aquelas camisetas do quinteto que com tanto orgulho cheguei a exibir. Porém, acima de tudo, sempre tentei me manter focada no meu outro objetivo para não me deixar influenciar por nenhuma das partes envolvidas nesta história, nem mergulhar fundo na embriagante magia do Menudo.
Neste relato faremos uma viagem pela vida do Menudo e nos deteremos nos seus momentos mais importantes. Percorreremos desde o seu nascimento até a sua consagração total e veremos como se apagou a luz da nossa maior estrela. Mas ao contrário de outros casos pela primeira vez seremos testemunhas de uma verdadeira ressurreição, um milagre que fez justiça para uns e cobrou as maldades de outros, provocado pelo “O Reencontro”.
O produto final, com seus méritos e deficiências, é o resultado de um esforço genuíno de contribuir para um maior entendimento sobre um conceito revolucionário e de um grupo de talentosas pessoas que estremeceram para sempre o mundo da música e do espetáculo e que é justo reconhecer e divulgar.
Tanto o Menudo, como aqueles que em algum momento fizeram parte dele e o público que o seguiu, são eles os verdadeiros protagonistas deste “reencontro com a verdade”.

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