da fama. Tanto que com apenas quinze anos estreou na rádio
como “disk-jockey” (locutor) na emissora de Rádio Tiempo da cidade de Caguas em
Porto Rico. Simultaneamente foi diretor do grupo “Viva la Gente”, um movimento
que esteve na moda durante os anos 60.
Edgardo sempre soube o que iria fazer de sua vida. Ao
concluir seus estudos no Curso Superior, se mudou para a Espanha para estudar
produção e direção de cinema e televisão. Nos anos 70 sua vida tomou outro rumo
quando conheceu e começou uma amizade com o então famoso grupo juvenil “La
Pandilla”. A pedido desses jovens e por entender que esta seria uma oportunidade de entrar no mundo da fama,
Edgardo aceitou trabalhar na turnê de shows do grupo como chefe de som.
Ocasionalmente o grupo “La Pandilla” se dissolveu devido a problemas internos.
Sem embargo, aproveitando a experiência que adquiriu na grande turnê que
percorreu toda a Espanha, Edgardo tomou para si a responsabilidade de
reorganizar o grupo com dois dos integrantes originais (Javier e Blanca) e
outros três integrantes (Gaby e os gêmeos Rubén e Javi) formando a segunda
geração que também se chamou “La Pandilla”. Deve ficar bem claro que Edgardo
reorganizou o grupo, mas não o fundou como se especulou no passado. Claro que
isto não deve retirar nenhum mérito dele como empresário.
Ironicamente esta segunda formação de “La Pandilla” obteve
muito sucesso em Porto Rico e na República Dominicana, mas nunca deslanchou na
Espanha. Edgardo relatou em uma ocasião que não ganhou muito dinheiro com esse
grupo por causa dos erros que cometeu como novato. Mas, se de um lado não
ganhou dinheiro, do outro ganhou experiência que posteriormente investiria no
Menudo.
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