mercados. É claro que não seria fácil para o Menudo
convencer os executivos de uma gravadora multinacional de que assinassem com um
grupo de jovenzinhos, sem existir precedente algum sobre o êxito de um projeto
latino similar a este.
No momento histórico que o Menudo surge como conceito jovem,
a realidade do mercado da música e do entretenimento hispânico estava dirigida
para um público mais maduro. Os artistas da moda também eram adultos. Não
existia um produto destinado exclusivamente para as jovenzinhas, caracterizadas
por manter uma assombrosa fidelidade pelo que as agrada. Estas careciam de
ídolo para se identificar-se. O projeto mais próximo ao do Menudo era um grupo
chamado Parchis (jogo de ludo), porém era destinado a um
público mais infantil.
Por isso, os executivos das gravadoras, muitos dos quais se
destacavam por possuir mentes conservadoras, não iriam arriscar a fórmula que a
seu entender estava funcionando por um simples experimento. Estavam relutantes
a mudança. Além disso, foi assim que alcançaram o sucesso. Porque arriscar-se mudando
a fórmula? Sinceramente para uma gravadora patrocinar esta “aventura” seria simplesmente
praticamente uma loucura. Mas sempre existem os aventureiros. E como “a vida se
trata de riscos”, Edgardo decidiu assumi-los.
Em 1977, Edgardo
utilizou seus escassos recursos e os investiu na produção do primeiro disco do
grupo, que teve o título de Menudo,
assinado pelo seu próprio selo discográfico chamado Padosa Inc. Este nome surge como resultado da combinação da
primeira sílaba do apelido de sua mãe “Panchi”,
a última sílaba do seu Edgardo e
também a última de um sócio investidor pouco conhecido Joe Rosa. É claro, que se deve dar muito mais
crédito para Dona Panchi do se há reconhecido. Esta Senhora
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