segunda-feira, 19 de março de 2018

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mercados. É claro que não seria fácil para o Menudo convencer os executivos de uma gravadora multinacional de que assinassem com um grupo de jovenzinhos, sem existir precedente algum sobre o êxito de um projeto latino similar a este.
No momento histórico que o Menudo surge como conceito jovem, a realidade do mercado da música e do entretenimento hispânico estava dirigida para um público mais maduro. Os artistas da moda também eram adultos. Não existia um produto destinado exclusivamente para as jovenzinhas, caracterizadas por manter uma assombrosa fidelidade pelo que as agrada. Estas careciam de ídolo para se identificar-se. O projeto mais próximo ao do Menudo era um grupo chamado Parchis (jogo de ludo), porém era destinado a um público mais infantil.
Por isso, os executivos das gravadoras, muitos dos quais se destacavam por possuir mentes conservadoras, não iriam arriscar a fórmula que a seu entender estava funcionando por um simples experimento. Estavam relutantes a mudança. Além disso, foi assim que alcançaram o sucesso. Porque arriscar-se mudando a fórmula? Sinceramente para uma gravadora patrocinar esta “aventura” seria simplesmente praticamente uma loucura. Mas sempre existem os aventureiros. E como “a vida se trata de riscos”, Edgardo decidiu assumi-los.
Em 1977, Edgardo utilizou seus escassos recursos e os investiu na produção do primeiro disco do grupo, que teve o título de Menudo, assinado pelo seu próprio selo discográfico chamado Padosa Inc. Este nome surge como resultado da combinação da primeira sílaba do apelido de sua mãe “Panchi”, a última sílaba do seu Edgardo e também a última de um sócio investidor pouco conhecido Joe Rosa. É claro, que se deve dar muito mais crédito para Dona Panchi do se há reconhecido. Esta Senhora

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