o grupo Menudo
provocou a partir de 1984. De fato, neste nível não se repetiu.
Posteriormente ao fenômeno da “Menuditis” só dois artistas hispânicos
conseguiram impactar os brasileiros de forma considerável... Ainda que sem
igualar o “barulho” da febre provocada pelo Menudo: Rick Martin e Chayanne em
data recente. Em terceiro lugar poderíamos mencionar Luís Miguel. (*Este livro
foi escrito antes da chegada da febre mexicana “Rebelde”, que lançou o grupo RBD
que invadiu o Brasil, mas em questão de números o Menudo ainda não foi superado).
O Menudo entra no mercado brasileiro justo no momento em que
acontecia o florescimento triunfal do rock. A juventude que buscava uma nova e
diferente corrente musical começou a deixar de lado os ritmos nacionais e a sua
expressão musical por excelência: o samba. Subitamente até as emissoras de
rádio mudaram a sua programação. Neste momento as emissoras que transmitiam o “rock”
chegaram a ter o dobro de audiência das que ignoravam o gênero. Os cantores
mais reconhecidos da música brasileira, tais como Caetano Veloso, Simone, Ney Matogrosso
e até Roberto Carlos tiveram que moldar-se a esta corrente e incluí-la em suas
produções, assim como as gírias e os modismos do “rock”. Uma amostra confiável
do impacto deste gênero foi a celebração do “Festival Rock in Rio”, um evento
caríssimo que reuniu milhares de fãs do gênero, oriundos do mundo todo para
aclamar os artistas nacionais junto com estrelas internacionais como Rod
Stewart, Iron Maiden e Queen.
Com estas circunstâncias tão favoráveis o quinteto porto-riquenho
aterrissou em solo brasileiro obtendo resultados espetaculares na sua primeira
turnê promocional. Em toda esquina se lia o nome do Menudo. Estavam por todos
os lados e todos falavam sobre eles, alguns falavam bem e outros nem tanto. O
que definitivamente foi unânime é que ninguém pode ignorar sua presença.
Em sua turnê de apresentações por diversas cidades os meios
de comunicação paralisavam seus serviços para
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