e da Pepsi, gravaram vídeos para a MTV, dividiram o palco com Michael Jackson e as estrelas
internacionais mais famosas. Como se isso fosse pouco, visitaram os lugares
mais remotos como a Nova Zelândia, África do Sul, Austrália, Filipinas e Japão;
e até o Presidente dos Estados Unidos os recebeu na Casa Branca. Depois de tudo
isso, o que mais o Menudo podia fazer? Ele era seu próprio padrão de qualidade.
Então este era o momento para acabar com o quinteto e transformá-lo em uma
lenda.
Porém, como qualquer pai que resiste em ver o seu filho
morrer, Edgardo se negou a aceitar a morte do Menudo e prolongou de forma
artificial a sua vida. É assim que chegam ao quinteto o porto-riquenho Edward Aguilera e o segundo estrangeiro
Jonathan Montenegro de nacionalidade
venezuelana para ocupar o espaço deixado inesperadamente por Sergio e Rubén.
Poucos meses depois, ocorreria o rompimento do grupo e o
desencadeamento de uma onda de polêmicas e acusações, algumas das quais
continuam até o dia de hoje sem resposta definitiva.
Apesar de todas estas rachaduras, Edgardo fez uma ultima
tentativa. Reorganizou quinteto com meninos provenientes de diferentes nacionalidades
que moravam em Miami. Pela primeira vez na história do grupo não havia um só
porto-riquenho como integrante. Os sucessos desta nova formação foram de menor
impacto quando comparados com a larga cadeia de triunfos alcançados pelo grupo
nos seus anos de esplendor.
Em 1997 sem maior ascendência publica e por decisão de seu
próprio criador, o nome Menudo desapareceu do panorama artístico para dar vida
a uma nova formação: o MDO. Apesar deste
projeto não ter sido tão glorioso, ninguém pode negar que o Menudo brilhou e resplandeceu
com uma intensidade e com um lustre jamais alcançado até
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