sexta-feira, 4 de maio de 2018

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e da Pepsi, gravaram vídeos para a MTV, dividiram o palco com Michael Jackson e as estrelas internacionais mais famosas. Como se isso fosse pouco, visitaram os lugares mais remotos como a Nova Zelândia, África do Sul, Austrália, Filipinas e Japão; e até o Presidente dos Estados Unidos os recebeu na Casa Branca. Depois de tudo isso, o que mais o Menudo podia fazer? Ele era seu próprio padrão de qualidade. Então este era o momento para acabar com o quinteto e transformá-lo em uma lenda.
Porém, como qualquer pai que resiste em ver o seu filho morrer, Edgardo se negou a aceitar a morte do Menudo e prolongou de forma artificial a sua vida. É assim que chegam ao quinteto o porto-riquenho Edward Aguilera e o segundo estrangeiro Jonathan Montenegro de nacionalidade venezuelana para ocupar o espaço deixado inesperadamente por Sergio e Rubén.
Poucos meses depois, ocorreria o rompimento do grupo e o desencadeamento de uma onda de polêmicas e acusações, algumas das quais continuam até o dia de hoje sem resposta definitiva.
Apesar de todas estas rachaduras, Edgardo fez uma ultima tentativa. Reorganizou quinteto com meninos provenientes de diferentes nacionalidades que moravam em Miami. Pela primeira vez na história do grupo não havia um só porto-riquenho como integrante. Os sucessos desta nova formação foram de menor impacto quando comparados com a larga cadeia de triunfos alcançados pelo grupo nos seus anos de esplendor.
Em 1997 sem maior ascendência publica e por decisão de seu próprio criador, o nome Menudo desapareceu do panorama artístico para dar vida a uma nova formação: o MDO. Apesar deste projeto não ter sido tão glorioso, ninguém pode negar que o Menudo brilhou e resplandeceu com uma intensidade e com um lustre jamais alcançado até

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