Os jornalistas perguntaram sobre a ausência do outro
integrante do grupo na coletiva, o mexicano Adrián Olivares. Os advogados contaram
que a mãe deste iria ao México “para consultar os seus advogados”. Quando os
representantes da imprensa tentaram se aprofundar sobre as acusações lançadas
contra a administração do grupo a resposta que se repetia uma e outra vez era: “não
podemos comentar sobre isto”. Inclusive segundo publicou jornal El Nuevo Día de
Porto Rico em um instante em que Rawy se dispôs a responder a um jornalista, o
advogado Sueiro o agarrou pelo ombro e lhe instruiu a não contar nada.
Duas horas depois de finalizada a coletiva dos quatro
ex-integrantes e seus pais, o panamenho José Antonio Jiménez proprietário do
Menudo, Edgardo Dias produtor do grupo e seu representante legal o advogado Orlando
López responderam o que foi dito por estes. Em sua apresentação a imprensa a
administração do Menudo tinha uma estratégia clara, o estabelecimento do
profissionalismo da empresa e atribuir qualquer responsabilidade pela polêmica
surgida aos próprios integrantes que alegavam terem renunciado.
Quanto as denúncias por “não terem recebido atenção médica
nos momentos de necessidade”, Edgardo Diaz citou dois incidentes recentes onde
destacou os cuidados que Jonathan e Edward receberam quando contraíram hepatite.
Diaz assegurou que só três integrantes puderam assistir o importante “Carnaval
da Rua 8” de Miami. Os outros dois pela doença contraída não puderam estar presentes
e foram afastados de seus compromissos musicais até que o médico finalmente lhes
deu alta.
Quando lhes perguntaram sobre as declarações que os
advogados dos desistentes fizeram relacionados a uma
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