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segunda-feira, 14 de maio de 2018

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suposta violação do contrato no que diz respeito aos pagamentos o advogado López negou tais alegações. Disse que os integrantes do grupo eram informados da renda de cada show e lhes era pago a porcentagem aplicada (na situação de Rawy e Robert) os saldos correspondentes (nos casos de Adrián, Edward e Jonathan) segundo o estipulado. O Sr Jiménez assegurou ainda ter evidencias para sustentar tais afirmações. Mas, destacou que “em nenhum lugar do contrato está especificado que temos que dar conta de nosso estado financeiro. Somente lhes informamos o que está relacionado com os shows”.
Seguindo o raciocínio Jiménez afirmou estar surpreso como todos com o acontecido, pois no domingo a noite tinha confraternizado com os pais dos meninos “de forma muito agradável e foi uma chuva de beijos e abraços quando nos despedimos. Então foi um choque para mim”. Então a administração do Menudo de acusada, passou a assumir o papel de acusadora ao indicar que por causa do incidente onde dois dos integrantes tinham sido detidos com posse de maconha “existe uma disciplina maior para benefício deles e da empresa”. Segundo Jiménez, agora para os jovens “era controlado o acesso de outras pessoas” e explicou que durante as apresentações recentes que o grupo fez no Hotel Caribe Hilton deram quartos para todos os meninos e suas respectivas mães.
Continuando o relato, o advogado López tomou a palavra para negar a suposta renúncia de quatro integrantes do grupo e disse que só se tratavam de dois. Pois como indicamos antes, a respeito de Edward Aguilera, no dia anterior tinham notificado a mãe dele de que ele não tinha sido aprovado no período probatório, por isso o menino estava fora do grupo. Sobre o fundamento alegado para esta decisão, Edgardo Díaz explicou que este é um critério artístico que também incluía a conduta e disposição do menino para o trabalho.

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