coreógrafo do quinteto, Jose Luis Vega (Joselo) e o
professor que dava aulas aos meninos.
Diante dessas afirmações, Soraya respondeu com muita
segurança, que de fato tinham realizado várias tentativas de entrevistar o
Joselo, mas não foi possível. Inclusive, explicou que na última das tentativas
Joselo estava no Chile com a cantora mexicana Yuri com quem tinha começado a
trabalhar a pouco tempo e assegurou que a maioria das entrevistas foram feitas
com os jovens que tinham feito parte do Menudo.
Novamente, Edgardo tentou por em dúvida a credibilidade e as
reais intenções da revista, ao alegar que esta publicação nunca tinha sido
dedicada a investigação jornalística. Soraya respondeu com segurança total e
lhe disse que como jornalistas que eram tinham uma responsabilidade social.
Disse ainda, que sua revista não era um setor de relações públicas e mais ainda
quando se tratava de um assunto que envolvia crianças.
Quando examinamos as versões oferecidas pelas partes desde o
desenvolvimento inicial desta controvérsia, encontramos duas abordagens ou
enfoques totalmente distintos. As declarações de Edgardo e as estratégias de
combate da empresa do Menudo se caracterizavam por sua consistência e
planejamento evidente. A improvisação nunca fez parte de suas atuações. Seus
acusadores pelo contrário, em muitas ocasiões pareceram não estar
suficientemente preparados. E igualmente careciam de perspicácia e domínio dos
meios (de comunicação, falta de desenvoltura na tela), tão necessários para
encarar um debate.
A intervenção de Edgardo Díaz no programa de Cristina é um
exemplo de como um problema ou situação difícil, se for manejado adequadamente
pode transformar-se em uma oportunidade de relações públicas (promoção pessoal).
Com sua
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