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segunda-feira, 9 de julho de 2018

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-Quando entra no grupo você é um fã, igual as meninas. Cantamos, temos garotas, dinheiro, somos pessoas que o povo ama. E se esse era o preço de estar no Menudo, que me batessem, olhe bem, graças a Deus que não aconteceu comigo o que aconteceu com outros que usaram drogas e foram abusados sexualmente.

Cristina explicou mais detalhadamente que e com uma só frase que resumia tudo: “Estes garotos iam se viciando pouco a pouco”. O pai de Raymond acrescentou sobre este ponto. Segundo a sua teoria: a fama, as garotas, fatores psicológicos, sociais, e o fato de sentirem-se grandes e importantes, fazia possível eu estes jovens tolerassem o que acontecia e continuassem no grupo, apesar do que viam e de atravessarem experiências desta natureza.
A editora da revista TV y Novelas de Porto Rico, Soraya Zambrano também comentou que cada vez que um integrante renunciava como foi no caso de Ralphy, Raymond e Angelo, entre outros, surgiam rumores sobre abuso sexual e drogas. Porém, só depois da renuncia em massa de quatro integrantes que estes rumores alcançaram maior relevância. Por causa deste evento, sua revista considerou que a situação merecia uma investigação jornalística mais profunda. Uma série de edições foram publicadas com entrevistas e reportagens dos diferentes ex-integrantes, pais e pessoas que de algum modo trabalharam ao redor do quinteto e eram dirigidas a investigar a fundo as acusações que tinham sido feitas contra os empresários do Menudo.
Para atacar o trabalho da revista e a credibilidade de suas reportagens Edgardo alegou que nestas edições haviam entrevistado pessoas que não tinham relação com o grupo e mencionou dois nomes dentre os mais de dez que a revista conseguiu entrevistar. Além disso, questionou porque não entraram em contato com quem foi o

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