-Quando entra no grupo você é um fã, igual as meninas. Cantamos, temos garotas, dinheiro, somos pessoas que o povo ama. E se esse era o preço de estar no Menudo, que me batessem, olhe bem, graças a Deus que não aconteceu comigo o que aconteceu com outros que usaram drogas e foram abusados sexualmente.
Cristina explicou mais detalhadamente que e com uma só frase
que resumia tudo: “Estes garotos iam se viciando pouco a pouco”. O pai de
Raymond acrescentou sobre este ponto. Segundo a sua teoria: a fama, as garotas,
fatores psicológicos, sociais, e o fato de sentirem-se grandes e importantes,
fazia possível eu estes jovens tolerassem o que acontecia e continuassem no
grupo, apesar do que viam e de atravessarem experiências desta natureza.
A editora da revista TV y Novelas de Porto Rico, Soraya
Zambrano também comentou que cada vez que um integrante renunciava como foi no
caso de Ralphy, Raymond e Angelo, entre outros, surgiam rumores sobre abuso
sexual e drogas. Porém, só depois da renuncia em massa de quatro integrantes
que estes rumores alcançaram maior relevância. Por causa deste evento, sua
revista considerou que a situação merecia uma investigação jornalística mais
profunda. Uma série de edições foram publicadas com entrevistas e reportagens
dos diferentes ex-integrantes, pais e pessoas que de algum modo trabalharam ao
redor do quinteto e eram dirigidas a investigar a fundo as acusações que tinham
sido feitas contra os empresários do Menudo.
Para atacar o trabalho da revista e a credibilidade de suas
reportagens Edgardo alegou que nestas edições haviam entrevistado pessoas que
não tinham relação com o grupo e mencionou dois nomes dentre os mais de dez que
a revista conseguiu entrevistar. Além disso, questionou porque não entraram em
contato com quem foi o
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