sexta-feira, 17 de novembro de 2017

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todos os cidadãos. Para fazer cumprir esta regra, a jovem treinou algumas de suas sócias com aulas de artes marciais. Dizem que foram muitos os que apanharam das “apaixonadíssimas voadoras” ao desacatar essa tão fundamental diretriz. Por causa destas prisões o Fã Clube acabou.
Como se tivesse saído da mente do mais talentoso escritor, este estrondoso sucesso é tão único que essa foi uma pequena amostra dos sintomas provocados pela “menuditis”. Em cada lugar onde se apresentava o quinteto, era armada uma histeria coletiva. Aplausos, gritos, choros, desmaios, loucuras são alguns dos sintomas que apresentam as fãs possuídas por essa estranha doença. Suas seguidoras lhes acompanhavam por todas as partes. Não perdiam um só episódio que o grupo protagonizasse. Se tivessem três shows no mesmo dia, pra lá iam. Compravam ingressos pros três. Pertenciam a todos os “Fã-Clubes” que pudessem e tinham tantos “posters” em seus quartos que não era necessário pintar as paredes. Adquiriam sem se importar como, todo objeto que tivesse a sua logo ou nome. Memorizavam cada uma das letras das suas canções e imitavam com perfeição suas coreografias.
Como bem descreveu a jornalista Gisel Laracuente na reportagem “20 anos do Menudo”, reportada para a revista porto riquenha GTVE: “Ser Menudete era andar com sua camiseta e seus tênis, ter suas fotos na carteira e encapar seus livros com seus retratos. Era escrever cartas para eles, organizar fã clubes (para fazer obras de caridade), encher de cartazes nossos quartos e assistir a todos os seus shows, sem se importar quão longe estes fossem. Além disso, era saber suas datas de nascimento, descobrir seus paradeiros e números de telefones, e claro, falar deles 24 horas por dia...”
Ser fã te permitia cometer qualquer loucura. Você poderia ligar pro quarto do seu integrante favorito no México

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