segunda-feira, 27 de novembro de 2017

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não conseguiu cumprir seu objetivo. Depois de um tempo esta mesma menina contou esta história para o pai do Sergio, pra quem sua façanha não lhe pareceu de nenhuma maneira legal.
Durante o tempo que trabalhei junto com os ex-integrantes Robert Avellanet e Rawie Torres, recém saídos do Menudo e iniciando seu novo grupo chamado Euphoria, fui testemunha das centenas de cartas que chegavam todos os dias. Algumas dessas expressavam o sentimento de suas fãs, que queriam saber a razão de terem renunciado (abandonado) o Menudo e é claro o apoio delas aos novos projetos artísticos dos rapazes. Outras cartas impressionavam mais. Os envelopes traziam até correntes de ouro e objetos de grande valor.
Nunca esquecerei as “pichações” de batom que “com muito carinho” as fãs dos ex integrantes desenhavam no meu carro cada vez que conseguiam me identificar como parte da equipe que trabalhava com os garotos.
O Menudo tinha milhões de “fã-clubes” espalhados pelo mundo. Em cada país ou cidade tinham centenas deles. Claro que de todos os que existiram, o Universal Fan Club era o oficial.
Sendo membro desta associação você poderia receber pelo correio: pôsteres, fotos autografadas, informações do seu menudo favorito e encaminhar as cartas (entre as fãs e o Menudo) em alguns casos. Mas o melhor de ser membro do “Universal Fan Clube” era a oportunidade de participar de eventos especiais, ficar vários dias próxima do quinteto e até ser convidada pro aniversário de algum menudo, onde poderia desfrutar “ao vivo e a cores” da companhia deles.
As menudetes estavam em tudo e é claro que tinha de tudo para elas. Até um concurso chamado A garota jovem do Menudo, do qual participavam mais oitenta jovenzinhas de todos os povoados de Porto Rico. Para surpresa de muitos algumas destas participantes hoje em dia se transformaram em figuras importantes em Porto Rico,

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