como por exemplo: as cantoras de merengue Celinés e Giselle;
e a modelo e apresentadora Nashalie Enchautegui. Este concurso oferecia as
jovenzinhas uma série de prêmios como bolsas de estudo, presentes e
principalmente a oportunidade de conhecer e desfrutar da companhia do Menudo.
Existem vários tipo de histórias. Mas se continuarmos
narrando elas, este livro se transformaria numa “história sem fim”. A
“menuditis” não tinha limites e sem duvidas acompanharia as que padeceram desta
doença até o último dia de suas vidas. É uma lembrança que se desperta ao soar
de uma só palavra: “Menudo”.
É por essa razão que depois de vinte anos, O Reencontro conseguiria reviver a
euforia e a histeria que se apoderava de cada uma das que alguma vez foram
infectadas por esse fenômeno. Surpreendentemente a “menuditis” deixou de ser um
vírus que atacava só o sexo feminino. Durante os shows do grupo El Reencuentro
até os homens perderam o preconceito de acompanhar o ritmo da música com cada um
dos ex-menudos, ao mesmo tempo que gritavam em cima de suas cadeiras “mais uma,
mais uma,mais uma!...”
Hoje surge uma nova geração de “menudetes” que teve seu
inicio com este reencontro. As filhas daquelas primeiras menudetes tem
despertado interesse pelos discos e pela magia dos menudos da época de glória.
Aquelas canções de amor, mensagens positivas e situações cotidianas que os
faziam se aproximar de suas admiradoras, hoje despertam os mesmos sentimentos
em outras jovenzinhas. A juventude de uma outra época vivencia as mesmas
experiência e se enche com as mesmas emoções. É por isso que nasceu o imortal
fenômeno da “menuditis”.
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