terça-feira, 28 de novembro de 2017

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como por exemplo: as cantoras de merengue Celinés e Giselle; e a modelo e apresentadora Nashalie Enchautegui. Este concurso oferecia as jovenzinhas uma série de prêmios como bolsas de estudo, presentes e principalmente a oportunidade de conhecer e desfrutar da companhia do Menudo.
Existem vários tipo de histórias. Mas se continuarmos narrando elas, este livro se transformaria numa “história sem fim”. A “menuditis” não tinha limites e sem duvidas acompanharia as que padeceram desta doença até o último dia de suas vidas. É uma lembrança que se desperta ao soar de uma só palavra: “Menudo”.
É por essa razão que depois de vinte anos, O Reencontro conseguiria reviver a euforia e a histeria que se apoderava de cada uma das que alguma vez foram infectadas por esse fenômeno. Surpreendentemente a “menuditis” deixou de ser um vírus que atacava só o sexo feminino. Durante os shows do grupo El Reencuentro até os homens perderam o preconceito de acompanhar o ritmo da música com cada um dos ex-menudos, ao mesmo tempo que gritavam em cima de suas cadeiras “mais uma, mais uma,mais uma!...”
Hoje surge uma nova geração de “menudetes” que teve seu inicio com este reencontro. As filhas daquelas primeiras menudetes tem despertado interesse pelos discos e pela magia dos menudos da época de glória. Aquelas canções de amor, mensagens positivas e situações cotidianas que os faziam se aproximar de suas admiradoras, hoje despertam os mesmos sentimentos em outras jovenzinhas. A juventude de uma outra época vivencia as mesmas experiência e se enche com as mesmas emoções. É por isso que nasceu o imortal fenômeno da “menuditis”.

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