Todo o país estava com a expectativa de saber o que iriam
dizer cada uma das partes e saber as razões poderosas que motivaram uma decisão
tão drástica na vida destes jovenzinhos e a que, sem duvida alguma, acarretaria
repercussões sérias sobre o futuro de uma marca tão querida e respeitada
mundialmente. As razões deviam ser de grande importância. Do contrário nada do
que estava acontecendo teria o menor sentido. Porém, depois da celebração de
ambas as coletivas, as explicações resultaram ser insuficientes e as interrogações
em vez de se esclarecerem se somaram as outras.
A primeira das coletivas foi convocada pelas mães dos
integrantes que alegavam terem renunciado ao grupo. Estas estiveram
acompanhadas pelos jovens e seus assessores legais os advogados Carlos
Feliciano e Roberto Sueiro. Esta atividade celebrada no Colégio de Advogados de
Porto Rico foi iniciada pelos representantes legais dos pais que se dirigiram a
imprensa. Por instruções e recomendações destes, os quatro integrantes e suas
mães permaneceram em silencio absoluto durante a coletiva. Os advogados Sueiro
e Feliciano leram aos presentes a carta de demissão que foi enviada aos
proprietários do Menudo. Nesta apresentavam sua renúncia formal e exporiam as
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