suposta violação do contrato no que diz respeito aos
pagamentos o advogado López negou tais alegações. Disse que os integrantes do
grupo eram informados da renda de cada show e lhes era pago a porcentagem
aplicada (na situação de Rawy e Robert) os saldos correspondentes (nos casos de
Adrián, Edward e Jonathan) segundo o estipulado. O Sr Jiménez assegurou ainda
ter evidencias para sustentar tais afirmações. Mas, destacou que “em nenhum
lugar do contrato está especificado que temos que dar conta de nosso estado
financeiro. Somente lhes informamos o que está relacionado com os shows”.
Seguindo o raciocínio Jiménez afirmou estar surpreso como
todos com o acontecido, pois no domingo a noite tinha confraternizado com os
pais dos meninos “de forma muito agradável e foi uma chuva de beijos e abraços quando
nos despedimos. Então foi um choque para mim”. Então a administração do Menudo
de acusada, passou a assumir o papel de acusadora ao indicar que por causa do
incidente onde dois dos integrantes tinham sido detidos com posse de maconha “existe
uma disciplina maior para benefício deles e da empresa”. Segundo Jiménez, agora
para os jovens “era controlado o acesso de outras pessoas” e explicou que
durante as apresentações recentes que o grupo fez no Hotel Caribe Hilton deram
quartos para todos os meninos e suas respectivas mães.
Continuando o relato, o advogado López tomou a palavra para
negar a suposta renúncia de quatro integrantes do grupo e disse que só se
tratavam de dois. Pois como indicamos antes, a respeito de Edward Aguilera, no
dia anterior tinham notificado a mãe dele de que ele não tinha sido aprovado no
período probatório, por isso o menino estava fora do grupo. Sobre o fundamento alegado
para esta decisão, Edgardo Díaz explicou que este é um critério artístico que
também incluía a conduta e disposição do menino para o trabalho.
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