já não esperava por eles e que talvez nunca mais pisariam de
novo em um palco. E tentaram de tudo para poder regressar ao mundo viciante do
qual tinham saído, mas, a sorte não foi companheira para a maioria deles.
Enquanto o tempo passava, o Menudo continuava o seu caminho
ascendente. Depois de cada partida, de cada retiro, a administração do Menudo
mantinha seu curso normal. Como se diz no negócio da fama: “the show must go on”,
ou seja, o show tem que continuar. Assim um jovem se retirava e outro
imediatamente se incorporava ao grupo. O grupo continuava colecionando êxitos com
os novos integrantes e com tal facilidade que fariam esquecer aqueles outros
que tinham abandonado o grupo recentemente.
A frustração se fez presente nas vidas destes jovens. Nem
todos enfrentaram essa fase de forma similar, nem com tal efetividade. Alguns
aproveitaram a experiência e o reconhecimento ganho com o grupo para lançar-se
de novo no mundo da fama. Destes somente um conseguiu brilhar com luz própria e
conseguiu desenvolver-se como um artista de dimensão e calibre internacional. Seu
nome: Ricky Martin. Um segundo muito singular e de grande talento começou a ser
escutado pelos jovens ele se chama: Robi Rosa, para quem a vida adquiriu um
novo e revolucionário giro.
Outros menos afortunados alcançaram certa aceitação criando
grupos ou conceitos junto a alguns ex-companheiros. Teve quem sem opção,
decidiu enfrentar novos caminhos em outros gêneros musicais de menor “glamour”
ou simplesmente permaneceram no anonimato, trabalhando por trás dos palcos. O
pior dos casos foi o daqueles que se desiludiram com a vida, não encontraram o
que fazer com ela e deprimidos correram o risco de perdê-la. Em sua ânsia por
substituir de algum modo tudo aquilo que sentiam que tinham perdido: fizeram
das drogas, do álcool
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