sábado, 1 de setembro de 2018

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já não esperava por eles e que talvez nunca mais pisariam de novo em um palco. E tentaram de tudo para poder regressar ao mundo viciante do qual tinham saído, mas, a sorte não foi companheira para a maioria deles.
Enquanto o tempo passava, o Menudo continuava o seu caminho ascendente. Depois de cada partida, de cada retiro, a administração do Menudo mantinha seu curso normal. Como se diz no negócio da fama: “the show must go on”, ou seja, o show tem que continuar. Assim um jovem se retirava e outro imediatamente se incorporava ao grupo. O grupo continuava colecionando êxitos com os novos integrantes e com tal facilidade que fariam esquecer aqueles outros que tinham abandonado o grupo recentemente.
A frustração se fez presente nas vidas destes jovens. Nem todos enfrentaram essa fase de forma similar, nem com tal efetividade. Alguns aproveitaram a experiência e o reconhecimento ganho com o grupo para lançar-se de novo no mundo da fama. Destes somente um conseguiu brilhar com luz própria e conseguiu desenvolver-se como um artista de dimensão e calibre internacional. Seu nome: Ricky Martin. Um segundo muito singular e de grande talento começou a ser escutado pelos jovens ele se chama: Robi Rosa, para quem a vida adquiriu um novo e revolucionário giro.
Outros menos afortunados alcançaram certa aceitação criando grupos ou conceitos junto a alguns ex-companheiros. Teve quem sem opção, decidiu enfrentar novos caminhos em outros gêneros musicais de menor “glamour” ou simplesmente permaneceram no anonimato, trabalhando por trás dos palcos. O pior dos casos foi o daqueles que se desiludiram com a vida, não encontraram o que fazer com ela e deprimidos correram o risco de perdê-la. Em sua ânsia por substituir de algum modo tudo aquilo que sentiam que tinham perdido: fizeram das drogas, do álcool

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