É muito simples e irresponsável
da parte do Sr. Díaz declarar que ele estava alheio aos delitos de outros dentro
de sua organização já que muitas destas pessoas eram amigos íntimos dele e
agiam livremente e faziam isso até em nome dele. O Edgardo, sendo uma pessoa
que teve tanto êxito com o Menudo, tanto no artístico como no econômico e, portanto
teve tempo, que evidentemente e por lógica, de ter o absoluto controle interno de
sua organização para poder ter descoberto qualquer problema. Não posso crer que
pessoas que traficavam drogas e viviam o homossexualismo dentro e fora do grupo
pudessem agir e atuar sem que o Edgardo, que demonstrou uma inteligência sobrenatural,
não percebesse o que estava acontecendo. Só com a sua aprovação e/ou
participação poderia justificar que estas coisas que foram ditas acontecessem ou
pudessem ter acontecido.
¿Qual era a função oficial do
Sr. Osvaldo Rivera Ocacio, aliás, Papo Tito? Esta pessoa tinha acesso total e
absoluto ao Edgardo e aos meninos a todo o momento. Edgardo em inumeráveis
ocasiões declarou que só ele era um bom amigo, mas na realidade demonstrava que
sua função era muito mais oficial que essa. Esta foi à pessoa que meu filho surpreendeu
se beijando na boca com um menor (Capítulo 10) que haviam fisgado com promessa
de pertencer ao Menudo. Este mesmo personagem passeava pela ilha de Porto Rico
com uma câmera no pescoço identificando-se como o agente do Menudo em busca de
possíveis candidatos. Era assim que seduzia muitos meninos e os levava para a
droga e a homossexualidade tal e como fez com um menor, primo de um repórter
amigo meu, em Vega Baja, Porto Rico. Esta foi a pessoa que se aproximou e ofereceu
o primeiro cigarro de maconha para o René Farrait aos treze anos de idade. Foi
este o mesmo que deu o primeiro cigarro de maconha para o meu filho e lhe
incitou a prová-lo. Este é o mesmo que introduziu um cone de maconha na bolsa
do meu filho no Centro de Bellas Artes para depois ser alegadamente descoberto
"por acidente" e usá-lo como instrumento de chantagem (capítulo 14).
José A. Jiménez tentou culpar o Robby Rosa declarando que este trouxe a droga
para o camarim antes do show. Este é o mesmo indivíduo que junto com meu amigo Tito
Fuentes e com respaldo direto do Edgardo começou o grupo Trópico. O mesmo que logo
depois tiveram que expulsar por introduzir as drogas para os meninos. Existem
declarações juradas dos prejudicados neste caso e que por proteção a estes não
levaram o caso para os tribunais. Esta é a mesma pessoa que foi julgada e
condenada a 20 anos de prisão por um caso sério de narcotráfico. ¡Sim! Este era
o bom amigo e colaborador do Edgardo Díaz.
Este e outros indivíduos estavam
presentes com o grupo na maioria do tempo. Edwin Fonseca, fotógrafo e ajudante
pessoal do Edgardo foi surpreendido com drogas no Jeep de um canal de televisão
no qual ele trabalhava. Edwin, durante seu trabalho no Menudo ficava
continuamente bebendo cerveja na frente dos meninos. Meu filho também foi
testemunha de outras falhas deste indivíduo. Os meninos do Menudo não tinham acesso
à rua exceto quando voltavam para as suas casas. Eram zelosamente cuidados na
maioria do tempo por agentes de segurança e só estes indivíduos colaboradores
do Edgardo tinham acesso a eles. Assim que pretendem que com estas credenciais
dar a crer que os meninos tiveram seus inícios no uso de maconha e/ou outras
substâncias em suas casas. De fato o Edgardo teve a audácia e o atrevimento de
declarar no Noticias del Mundo um jornal latino de Nova York, em novembro de
1990, que eu usava drogas junto com o meu filho enquanto ele pertenceu no
Menudo. Mediante a uma carta aberta da minha parte tive a oportunidade de
rebater estas ditas acusações.
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