sábado, 31 de março de 2018

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segundo confessou o próprio Edgardo naquele momento, eles não utilizaram este vestuário na Venezuela para evitar problemas e críticas.
Não foi só o figurino que foi ilimitado. Da manhã pra noite, quase que como “por um toque de mágica” começou a surgir um monte de grupos juvenis em Porto Rico e eventualmente em outros países. Com a esperança de ter a mesma sorte do Menudo vários empresários porto riquenhos se arquitetaram para criar diversos projetos tais como: Concepto juvenil, Fórmula mágica, Los chicos, Los chikles, Las fresitas, Karisma e até uns de nomes Pekes (1983) e Pibes (1985). Na Venezuela nasce o Unicornio e os um pouco mais afortunados Los chamos que contaram com certo grau de popularidade entre as fãs venezuelanas. No México surgiu um sexteto que eventualmente teria certo enraizamento: Timbiriche que era composto por filhos e filhas de artistas famosos e empresários mexicanos relacionados com a Televisa (o mais poderoso agrupamento de meios de comunicação da América Latina). Nenhum destes inventos triunfaria por completo e muitos deles faliram nos seus inícios. Pelo seguinte motivo: o Menudo era o Menudo, os demais eram precisamente isto “os demais”. Os primeiros possuíam a “magia”, os segundos NÃO.
No entanto é justo reconhecer e creditar certos méritos ao grupo Los chicos, o quarteto porto riquenho que deu a primeira oportunidade a Chayanne que se transformou por mérito próprio em um ídolo completo. Este grupo criado pelo empresário Carlo Afonso obteve um sucesso significativo nos lugares onde o Menudo não podia ir, por causa de seus múltiplos compromissos, tais como a República Dominicana e alguns mercados dos Estados Unidos e da América Latina. Los chicos chegaram a ter seu próprio programa no canal 4 WAPA TV e até filmaram um filme. Lamentavelmente em seu momento

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