Finalmente o México se rendia ao “rock” gênero que o grupo
interpretava e que era considerado por muitos deste país como uma música
satânica que se relacionava com as drogas e o escândalo, entre outras
conotações negativas. O Menudo decidiu enfrentar todas estas barreiras e saiu
vitorioso. México não pode fugir da “menuditis” e sucumbiu diante dela. A indústria
do entretenimento seguiu um novo e revolucionário caminho. Os empresários deste
negócio se viram obrigados a seguir a onda que surgia a sua frente. Cinco
jovens haviam lhes ensinado mais sobre o negócio do que eles haviam aprendido
em suas longas e triunfantes carreiras.
No México o Menudo também revolucionou a indústria da
produção de shows. Suas apresentações massivas requeriam um sofisticado e
potente equipamento de som e luzes que pudessem iluminar os estádios e cumprir
com os requisitos de qualidade que o grupo exigia para fazer seus espetáculos.
Mas naquele momento no México não existiam tais condições para satisfazer as
necessidades do quinteto. Edgardo impôs como condição aos empresários que
realizariam a primeira turnê do grupo neste país que cumprissem com estas
exigências de produção. Depois de muitos esforços o melhor equipamento de som e
luzes de todo o México teve que ser alugado e preparado para realizar um evento
dentro das instalações de um estádio, o que por si só era uma coisa a mais.
O mercado mexicano os honrou com todos e cada um dos prêmios
que se pudesse outorgar a um artista, desde El
Heraldo até o Aguila de América.
A rede de rádio Radiópolis da cidade do México criou o primeiro programa de
rádio exclusivo do Menudo La hora menuda.
Durante o mesmo seu criador José Manuel Gómez Padilla ganhador do Prêmio Nacional
de Jornalismo de 1980, difundia as canções dos discos do Menudo e informava
para as fãs sobre os acontecimentos mais recentes da carreira do
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