destes jovenzinhos que chegavam com apenas doze anos e teve
casos de garotos que entraram no grupo com menos idade ainda. Com tão pouca
idade estes adolescentes se encontravam em uma das fases mais difíceis da vida
de qualquer ser humano, fase que seria ainda mais difícil para estes jovens que
do nada eram empurrados no complexo, competitivo e imprevisível mundo da fama.
A experiência posterior nos demonstra que ninguém se preocupou com a dor destes
jovenzinhos que volto a dizer experimentavam uma transformação dramática, ao
passar para uma “outra” vida sem nenhuma fama, reconhecimento, poder, emoção,
magia, dinheiro e as doses de aplausos que mantém um artista com vida. Eles
tinham “tudo” e agora não tinham nada. Continuavam sendo artistas, mas o seu
público já não os aplaudia. Viam-se forçados a deixar seus sonhos para trás,
enquanto isso o Menudo “sem eles” continuava a seguir o seu caminho ascendente.
Em 1984 o tempo
de dizer adeus chegou para Johnny Lozada. Não foi coincidência que neste
momento o selecionado para substituí-lo fosse o agora controverso Robby (“Robi”) Rosa. O destino o tinha
reservado para este momento, pois a partir de sua chegada o Menudo alcançou seu máximo esplendor. Suas habilidades no canto e na dança, assim como seu carisma,
domínio de palco e perfeito manejo do inglês, lhes fizeram ganhar por consenso
geral o reconhecimento de toda imprensa e dos conhecedores da indústria. Robby
seria uma peça chave para a internacionalização total do Menudo. Sem intenção
de menosprezar o talento dos outros integrantes, não seria atrevimento dizer
que Robby foi e continua sendo o mais completo e talentoso de todos os
integrantes que passaram pelo Menudo. De fato, ainda que tenham e passado dez
anos depois dele ter abandonado o grupo, o potencial de êxito deste artista
está apenas começando. Tão grandes são o talento e a capacidade criativa deste
jovem, que grande parte do sucesso alcançado por seu ex-companheiro de grupo Ricky
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