Dedicatória
Existem tantas pessoas que eu gostaria dedicar-lhes este livro, que
sem dúvida alguma não existiriam páginas suficientes para enumerá-las nesta publicação.
Por essa razão eu optei por dedicá-lo, primeiramente, a todos aqueles jovens que
em algum momento dos passados 20 anos pertenceram e/ou pertencem ao grupo
artístico Porto- Riquenho MENUDO
(que atualmente, na presente data 2012 se chama MDO). Muitas histórias podem ser escritas sobre cada um destes integrantes.
Histórias de alegria e êxitos,
porém também de tristeza e arrependimentos. Histórias de fracassos e de grandes
vitórias. Fernando Sallaberry é um exemplo pois apesar de ter uma doença no
cérebro com um prognóstico de dois meses de vida, se entrega nas mãos de Deus e
começa a ter uma sanidade mental milagrosa. Ricky Martin que no seu começo no
Menudo só cantou uma canção por um ano e que pacientemente e sem queixar- se
cantava essa música com alegria e ficava conformado. Agora vemos que Ricky
conquistou o mundo artisticamente. Sua paciência e disciplina foram pagas com
juros. Porém Fernando reconhece que seu êxito vem de um plano espiritual maior
e que seus agradecimentos sempre estão dirigidos para o céu. Esta história que
vou contar pode muito bem ser a história individual de cada um dos ex-
integrantes. Só mudam os nomes e algumas circunstâncias, porém a essência de suas
experiências no Menudo são praticamente iguais.
Dedico também este livro a minha família,
por tudo o que vivemos, desfrutamos e sofremos juntos, porém, mais ainda, por
tudo o que amamos juntos. Unidos tivemos que suportar as consequências de nossas
decisões. Decisões que afetaram toda
nossa família de uma forma ou de outra e
que deixaram recordações inesquecíveis porem também cicatrizes inapagáveis. Vem-me
à mente uma passagem Bíblica que descreve a importância da verdade. Esta verdade
por más dolorosa deve ser contada para que outros se beneficiem de nosso testemunho.
Deus me tem presenteado com incríveis bênçãos especialmente com uma família extraordinária.
Porém, às vezes quando esse mesmo amor que sentimos por nossos familiares toma
conta da gente, especialmente quando são nossos filhos, acaba nos induzindo a
tomar decisões que não necessariamente foram as mais corretas. Minha Esposa e eu
tomamos um rumo com nosso filho Raymond e Menudo que foi influenciado majoritariamente
pelo imenso amor que sentimos por ele, mas não com todo o julgamento que a
situação exigia.
"E a condenação é esta:
Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque
as suas obras eram más. Quem pratica o mal odeia a luz e não vem para a luz,
para que suas obras sejam reprovadas. Mas quem pratica a verdade vem para a
luz, para que fique claro que as suas obras são feitas em Deus "João 2 :.
1921 Eis aqui a nossa
verdade
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