Quanto ao outro suposto renunciante, o venezuelano Jonathan
Montenegro, o advogado López recordou que a duas semanas atrás ele tinha viajado
a Venezuela para reunir-se com a avó do menino. Afirmou que esta senhora achava
que Jonathan já era uma estrela antes de entrar no Menudo, e que ele recebeu
ofertas na Espanha e América e que, portanto, não poderia receber o mesmo
tratamento que “era dado aos outros quatro meninos que faziam parte do grupo, pois
estes quatro vivem na sua sombra”. Sobre isto, López alegou ter respondido a
ela que “o Menudo era uma fórmula mágica de catorze anos que tinha funcionado porque
não tem estrelas, porque a única estrela é o conceito. Se existe uma estrela
esta se chama Edgardo Díaz, seu criador”. Por isso sustentou que sua
recomendação tinha sido que não assinassem contrato com este jovenzinho.
Para concluir sua versão do acontecido, os administradores
do grupo asseguraram que o integrante Adrián Olivares tinha ido para o México
com sua mãe para tirar férias. Segundo os porta-vozes do Menudo, eles mesmos os
levaram para o aeroporto e tanto que a mãe do menino, como este lhes
manifestaram que o jovem continuaria no grupo. Edgardo Dias disse ainda, que na
noite anterior, o menor e sua mãe tinham dormido na casa de Jiménez. As versões
sobre a permanência de Olivares no grupo foram variadas. Inclusive há quem
tenha dito que esta permanência “foi muito bem paga”. Mais adiante, um dos
renunciantes Rawy Torres ofereceria sua versão, a que adicionaria algumas respostas
as muitas interrogações sobre a permanência de Adrían no grupo.
Como encerramento da apresentação, se escutou a energética
afirmação do advogado López, que disse que: “o Menudo não é das mães dos
meninos, nem de ninguém, é uma obra criada por um porto-riquenho. O Menudo
pertence aos seus fãs. Um golpe de mesquinhez, de ganância, de hipocrisia e de
pouca vergonha não vai acabar com o Menudo”.
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