terça-feira, 29 de maio de 2018

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o bem estar do menor. Porém, estes órgãos públicos e seus funcionários nunca apareceram, e nem tomaram nenhuma atitude. Isto aconteceu assim, apesar de todas as acusações apresentadas não por um, mas sim por mais dez ex-integrantes, pais e pessoas relacionadas ao grupo.
Ao acontecer a chegada surpresa da polícia aos prédios do canal, o advogado Roberto Sueiro, que também tinha participado como debatedor no programa, assumiu a representação de Bolivar Arellanos. Sueiro disse aos agentes que o delito que seu representado era acusado era menos grave. Por esta razão, não poderiam prender-lhe sem terem uma ordem da justiça. O Sargento Fontane teve que admitir que não tinha uma ordem de prisão e que tão pouco contava com um mandato, mas assegurou que poderia prepará-lo em pouco tempo.
Diante da impossibilidade de poder efetuar a prisão, as autoridades policiais procederam a citar Arellanos e Sueiro para que comparecessem no dia seguinte as 12:00 (meio-dia) no Quartel da Parada 8, radicado na área de Puerta Tierra na cidade de San Juan.
No dia seguinte, 10 de maio de 1991, Bolivar Arellanos compareceu junto com o advogado Sueiro ao quartel de Polícia. O advogado López, apesar de ser o requerente, não chegou na hora citada. Depois de uma espera de cerca de meia hora, foi dito ao senhor Arellanos que poderia ir embora. Porém, na tarde deste mesmo dia, os fiscais tomaram a decisão de fazer contra o senhor Arellanos uma denúncia por “ausência”. Este é um mecanismo legal que se utiliza para usar no caso de ausência do acusado, quando este não comparece a uma citação. Orlando López fundamentou sua denuncia afirmando que “os comentários feitos por Arellanos não tinham embasamento” e fez uso do que estava prescrito nas normas do direito aplicáveis em Porto Rico, que estabelecem que uma

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