domingo, 1 de julho de 2018

134


de ganhos da empresa (Padosa), bem diferente do salário fixo e garantido, como tinha sido estabelecido no princípio.  Depois de aceitar a mudança o Sr Acevedo alegou ter sido passado para trás na sua boa fé, pois posteriormente ele soube que desde maio desse mesmo ano, cinco meses antes de assinarem o acordo de pagamento com maior risco econômico para os meninos, Edgardo Díaz tinha vendido a empresa Padosa para a Beresford Finance, cujo administrador era Antônio Jiménez. Para a surpresa e decepção dos pais, a nova empresa que administraria o grupo não quis ser responsável pelos acordos que Edgardo tinha negociado com eles.
No segundo programa Cristina avançou em temas muito mais delicados e de maior intensidade. O primeiro deles foi o problema das drogas dentro do grupo, assunto que chegou a luz pública por causa do incidente em que foram envolvidos dois dos ex-integrantes no aeroporto de Miami. Sobre este assunto, Edgardo alegou que tomou uma atitude imediatamente, logo que soube o que aconteceu e informou o fato aos pais dos garotos envolvidos. Da mesma forma, Díaz tentou dar a entender que o problema das drogas não era algo que tinha sido causado por parte de sua empresa, já que o mesmo poderia ter surgido na casa dos integrantes, durante o tempo em que estes estavam sob a supervisão de seus pais.
No que diz respeito a esta insinuação Ralphy rebateu dizendo que eles só ficavam com seus pais pelo período de no máximo dois meses por ano entre um ou outro evento. Da mesma forma o Sr Acevedo se dirigiu a Cristina para esclarecer que os Menudos não viviam situações de uma vida comum como as que são expostos os jovens em nossa sociedade. “Os Menudos eram cinco meninos trancados, guardados, protegidos por um grupo de

Nenhum comentário:

Postar um comentário