de ganhos da empresa (Padosa), bem
diferente do salário fixo e garantido, como tinha sido estabelecido no
princípio. Depois de aceitar a mudança o
Sr Acevedo alegou ter sido passado para trás na sua boa fé, pois posteriormente
ele soube que desde maio desse mesmo ano, cinco meses antes de assinarem o
acordo de pagamento com maior risco econômico para os meninos, Edgardo Díaz
tinha vendido a empresa Padosa para a Beresford Finance, cujo administrador era
Antônio Jiménez. Para a surpresa e decepção dos pais, a nova empresa que
administraria o grupo não quis ser responsável pelos acordos que Edgardo tinha
negociado com eles.
No segundo programa Cristina
avançou em temas muito mais delicados e de maior intensidade. O primeiro deles
foi o problema das drogas dentro do grupo, assunto que chegou a luz pública por
causa do incidente em que foram envolvidos dois dos ex-integrantes no aeroporto
de Miami. Sobre este assunto, Edgardo alegou que tomou uma atitude imediatamente,
logo que soube o que aconteceu e informou o fato aos pais dos garotos envolvidos.
Da mesma forma, Díaz tentou dar a entender que o problema das drogas não era
algo que tinha sido causado por parte de sua empresa, já que o mesmo poderia
ter surgido na casa dos integrantes, durante o tempo em que estes estavam sob a
supervisão de seus pais.
No que diz respeito a esta
insinuação Ralphy rebateu dizendo que eles só ficavam com seus pais pelo
período de no máximo dois meses por ano entre um ou outro evento. Da mesma
forma o Sr Acevedo se dirigiu a Cristina para esclarecer que os Menudos não
viviam situações de uma vida comum como as que são expostos os jovens em nossa
sociedade. “Os Menudos eram cinco meninos trancados, guardados, protegidos por
um grupo de
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