Qual é a verdade de tudo que aconteceu nesta polêmica? Quem tinha
razão: os integrantes do grupo ou os administradores do Menudo? Estas acusações
eram legitimas ou eram motivadas pelo desejo de vingança e o interesse econômico?
Quem é o verdadeiro Edgardo Díaz? Foi ele uma vítima ou o algoz dos fatos? Muitas
perguntas e poucas respostas.
O sucesso e a fama acarretavam inevitáveis invejas. Para
chegar ao auge do sucesso no mercado artístico ou em qualquer atividade que se
queira desenvolver, não são poucos, nem insignificantes os ressentimentos que “mesmo
sem querer” são gerados. Pelo seu sucesso, Edgardo Díaz era considerado uma “persona
non grata” por muitas pessoas da indústria do entretenimento. Muitos também esperavam
ansiosamente a oportunidade de “dar-lhe um golpe” e vê-lo cair de seu pedestal.
O Menudo como empresa não era uma coisa só. Todos: a administração, os jovens e
os pais tinham certamente interesses em comum, mas também muitos interesses desencontrados
e diferentes. Eram pessoas diferentes, com egos particulares, com complexos e
inseguranças, a ambição desmedida e a inveja são elementos comuns no mundo
artístico, que cedo ou tarde podem fazer sucumbir o mais renomado dos artistas ou
a mais bem sucedida das empresas. E com o Menudo não foi diferente.
Ao analisar a trajetória do Menudo e o que aconteceu durante
a polêmica, surge um retrato de um Edgardo Díaz complexo e contraditório. De um
lado, temos um jovem empresário bem sucedido, de grande visão e dinamismo. Um
gênio magistral das relações públicas e do manejo dos meios de comunicação. Um
bom filho que tem uma extraordinária relação com sua mãe. Uma figura paterna ou
pelo menos um irmão mais velho para os jovens que tutelou e levou ao estrelato.
Jovens que ele presenteou com a
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