acontecer lhe presenteava com uma vantagem sobre o pai de
Ralphy, pois ninguém simpatizou em presenciar o pareceu ser uma ameaça de morte
contra outra pessoa. Os acusadores tinham sido postos na defensiva. Sem
desperdiçar um segundo sequer, o advogado Orlando López aproveitou este
incidente para defender seu cliente e afirmar que o que aconteceu era um
delito. Sobre isto, Cristina concordou.
O que tinha acontecido não evitou que Ralphy continuasse
narrando suas experiências nas que alegadamente tinha sido testemunha ocular de
fatos que poderiam ser julgados como abusos sexuais. E desta vez, seu relato
seria mais dramático, pois se tratava de uma experiência própria. Que o próprio
iniciou da seguinte maneira:
-Quando estávamos na “loma” (residência de Edgardo em Caguas) ensaiando, eu estava trocando de roupa lá em cima no quarto.
Edgardo fiel a sua estratégia, voltou a interromper para
perguntar em quarto, assunto sem nenhuma pertinência para este caso, mas que
lhe permitiria consumir mais tempo do programa e distrair tanto a audiência como
o seu acusador. Ralphy na titubeou e respondeu com exatidão.
-Ele (Edgardo) entrou e me cercou. Eu o vi, mas disse: “Ah, é o Edgardo” (tirando a importância da presença de Edgardo). Ele veio até mim por trás. Ele ia me tocar nas minhas partes íntimas e eu empurrei.
Então falando olhando para Edgardo diretamente, Ralphy lhe
disse: “E essa foi uma das vezes que você me bateu”.
Edgardo lhe questionou que se tudo isso era verdade porque
ele continuou no grupo. Cristina também fez a mesma pergunta. Ralphy explicou
que se o seu pai não o tivesse tirado do grupo, ele teria continuado como
fizeram os outros integrantes. A isto ele acrescentou:
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