sábado, 14 de julho de 2018

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E foi isso que Robert fez. Ele não tinha motivo para arrastá-lo pelo cabelo. Nós íamos para uma rádio e o Robert estava se penteando, foi então que o Edgardo chegou e disse: “Punheta, sai logo daí”, quando ele respondeu que estava se penteando, ele o tirou do quarto pelo cabelo. Eu vi quando ele o vinha trazendo. O Robert teve que negar numa entrevista que isso tinha acontecido porque não queria se arriscar para não o tirarem do Menudo.

Estas declarações de Rawy confirmam as que anteriormente foram feitas sobre o mesmo fato por outro dos integrantes, Angelo Garcia no programa “Controversial” de Carmen Jovet. O suposto protagonista deste incidente de violência física Robert Avellanet ofereceu sua versão sobre estes fatos:

-Eu me lembro que o Angelo (outro dos ex-integrantes) disse em um programa de televisão e eu neguei sumamente porque sabia que se eu contasse a verdade me expulsariam do Menudo. Estávamos na Venezuela eu estava me penteando no banheiro e ele tinha pressa porque sairíamos para gravar no estúdio. Eu disse: “já tô indo”, e ele me arrastou pelo cabelo... Eu não estou mentindo, ele me arrastou, me jogou, que eu cai no corredor. Imagina como eu fiquei. Senti-me super mal, muito triste. Decidi calar-me, não contei nem para minha mãe. Sabia que se eu contasse, ela ia ficar sabendo e eu não queria deixar o grupo. O Edgardo sempre foi uma pessoa que não conseguia controlar seus nervos. Por exemplo, se ele ia te ralhar, nunca faria isso de forma passiva, sempre tinha que gritar e te falar mal. Outra coisa que aconteceu recentemente durante a gravação do “Menudomania”, foi que estavam gravando uma tomada com o público, e nos pediu para que ficássemos atrás das câmeras para que as pessoas ficassem emocionadas. Sem querer nos esbarramos na frente, e  ele gritou tão alto que só faltou que nos batesse ali na frente das pessoas, eu fiquei muito, mas muito mal mesmo. Sua psicologia era que nos fazia coisas assim e depois vinha pedir perdão. Como ele estudou psicologia, nos dizia que era esse “stress” que fazia com que nós tivéssemos pena e o perdoássemos.

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