Robert Avellanet também contou
incidentes adicionais do maltrato contra outros Menudos:
-O Edgardo deu socos no Adrián. Estávamos chegando a “Amnézia Boutique” (uma loja que fornecia roupas para o grupo), estávamos no carro de Miguel Ubiñas, o Adrián estava na frente, nos bancos de trás estávamos Edgardo, Edward e eu. Começamos a discutir porque estavam jogando adoleta. Adrián estava segurando as lentes de Edgardo e deixou-as caírem no chão. Edgardo pôs-se...! A dar socos no Adrián. Totalmente descontrolado, e como um louco gritando com ele. Edward teve que se meter, o agarrou pelos braços e Adrián ficou muito nervoso.
Estes não foram os únicos relatos
sobre os alegados abusos físicos que estes jovens enfrentaram quando faziam
parte do Menudo. Rawy revelou outros exemplos concretos:
-Bateram no Jonathan também. Ele era brincalhão e travesso. Ele nos dizia que ninguém o entendia, que não tinham motivo para lhe baterem. E acontecia o mesmo com a gente, ele não queria contar no momento que tinha apanhado. Sempre dávamos a oportunidade porque gostamos de fazer este trabalho. Batiam muito na cabeça do Jonathan e isso eu vi.
Miriam:
-Também falaram que vocês trabalharam doentes. Eu te pergunto: porque vocês nunca falaram antes sobre tudo isto?
Rawy:
-Estávamos em Miami e eu tive uma febre muito alta, vômitos e diarréias. Pensei que era “la monga” (gripe –influenza). A mãe do Robert que estava lá, foi para a Rua 8 (festival). Eu continuei piorando e a mãe do Robert decidiu levar-me a um médico. O quadro clínico não revelou
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