quarta-feira, 11 de julho de 2018

141


coreógrafo do quinteto, Jose Luis Vega (Joselo) e o professor que dava aulas aos meninos.
Diante dessas afirmações, Soraya respondeu com muita segurança, que de fato tinham realizado várias tentativas de entrevistar o Joselo, mas não foi possível. Inclusive, explicou que na última das tentativas Joselo estava no Chile com a cantora mexicana Yuri com quem tinha começado a trabalhar a pouco tempo e assegurou que a maioria das entrevistas foram feitas com os jovens que tinham feito parte do Menudo.
Novamente, Edgardo tentou por em dúvida a credibilidade e as reais intenções da revista, ao alegar que esta publicação nunca tinha sido dedicada a investigação jornalística. Soraya respondeu com segurança total e lhe disse que como jornalistas que eram tinham uma responsabilidade social. Disse ainda, que sua revista não era um setor de relações públicas e mais ainda quando se tratava de um assunto que envolvia crianças.
Quando examinamos as versões oferecidas pelas partes desde o desenvolvimento inicial desta controvérsia, encontramos duas abordagens ou enfoques totalmente distintos. As declarações de Edgardo e as estratégias de combate da empresa do Menudo se caracterizavam por sua consistência e planejamento evidente. A improvisação nunca fez parte de suas atuações. Seus acusadores pelo contrário, em muitas ocasiões pareceram não estar suficientemente preparados. E igualmente careciam de perspicácia e domínio dos meios (de comunicação, falta de desenvoltura na tela), tão necessários para encarar um debate.
A intervenção de Edgardo Díaz no programa de Cristina é um exemplo de como um problema ou situação difícil, se for manejado adequadamente pode transformar-se em uma oportunidade de relações públicas (promoção pessoal). Com sua

Nenhum comentário:

Postar um comentário