terça-feira, 17 de julho de 2018

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respeito que fizeram comigo, era quando eles começavam a nos por contra nossos pais. Uma vez eu quis fazer um filme, falei com meus pais e eles não estiveram de acordo. Decidi não participar então o senhor Jiménez me disse: não escute os seus pais, faça o que te der na telha. Eles estavam encarregados de cuidar da gente, mas não eles eram nossos pais para dizer, faça isto. Eles diziam que nós não devíamos prestar contas aos nossos pais, e Jiménez nos dizia: porque vocês têm que ficar contando para eles? Vocês já são grandes e podem fazer o lhes der na telha.

Quanto aos conflitos de natureza econômica que afetaram a organização e que eventualmente aceleraram a saída destes jovens do quinteto, Robert Avellanet disse:

-Eu entrei no grupo novembro de 1988. Entrei super feliz e emocionado, em uma magia da qual foi muito difícil despertar. Com o passar do tempo, ao ver as coisas que aconteciam e de me dar conta de que estávamos sendo usados, decidi junto com meus companheiros me retirar. Faziam-nos trabalhar até quatorze horas por dia e ainda por cima nós ganhávamos como posso dizer “uma miséria”. Ainda neste momento não tinham nos pago os shows do Caribe Hilton, nem da Rua 8. Do disco “No me corten el pelo – Não cortem meu cabelo” nunca me pagaram nada e de “Los últimos héroes - Os últimos heróis” que foi disco de platina na Venezuela, me deram 600 dólares. Nem cobrei os últimos “Menudomania”. Sinceramente eu opino que o Edgardo é uma pessoa muito diferente, porque ele tem duas caras. Uma hora te trata bem e do nada te trata muito mal.

O papel desempenhado por Adrián Olivares dentro desta polêmica, também foi abordado pela jornalista Solainne. Adrián como recordaremos foi o único jovem que permaneceu no Menudo quando aconteceu

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