domingo, 22 de julho de 2018

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Também veio a tona novamente a suposta relação entre o integrante Roy Rosselló e Edgardo. Segundo o que foi dito, este último se viu obrigado a dar de presente ao jovem um automóvel modelo Supra da Toyota como pagamento de umas supostas chantagens e ameaças por parte de Roy feitas contra Edgardo e isso teria provocado a sua saída.
Outra das revelações, talvez de menor relevância, mas por se tratarem de menores de idade deve ser dada a mesma importância, foram as supostas relações sexuais que uma mulher casada que trabalhava com a equipe do grupo manteve com vários dos integrantes do Menudo.
Muitos outros fatos e escândalos de menor repercussão chegaram á luz pública de uma forma ou de outra com o passar dos meses e dos anos.
Além dos ex-integrantes citados neste capítulo, tiveram outros que também se manifestaram contra a administração do Menudo. Porém, a maioria dos jovens que pertenceram ao grupo se mantiveram a margem desta polêmica e em alguns casos se limitaram a elogiar o trabalho de Edgardo Díaz como empresário do grupo ou pelo contrário, preferiram não aparecer neste panorama.
Ao examinar o desatar dos acontecimentos e as acusações feitas por causa desta polêmica e com o benefício do tempo transcorrido e de não ter sido parte envolvida neste caso podemos chegar a certas conclusões sobre o  que foi citado neste capítulo:
1.       Vários pais e ex-integrantes do grupo sustentaram em diferentes situações e de forma consistente três tipos de acusações contra Edgardo Díaz e seu grupo empresarial:
A-     O manejo dos assuntos financeiros do Menudo não era feito as claras, nem tinha divulgação completa, o que supostamente privou os integrantes e seus familiares dos benefícios econômicos a que teriam direito.

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