Também veio a tona novamente a
suposta relação entre o integrante Roy Rosselló e Edgardo. Segundo o que foi
dito, este último se viu obrigado a dar de presente ao jovem um automóvel modelo
Supra da Toyota como pagamento de umas supostas chantagens e ameaças por parte
de Roy feitas contra Edgardo e isso teria provocado a sua saída.
Outra das revelações, talvez de
menor relevância, mas por se tratarem de menores de idade deve ser dada a mesma
importância, foram as supostas relações sexuais que uma mulher casada que trabalhava
com a equipe do grupo manteve com vários dos integrantes do Menudo.
Muitos outros fatos e escândalos
de menor repercussão chegaram á luz pública de uma forma ou de outra com o
passar dos meses e dos anos.
Além dos ex-integrantes citados
neste capítulo, tiveram outros que também se manifestaram contra a administração
do Menudo. Porém, a maioria dos jovens que pertenceram ao grupo se mantiveram a
margem desta polêmica e em alguns casos se limitaram a elogiar o trabalho de Edgardo
Díaz como empresário do grupo ou pelo contrário, preferiram não aparecer neste panorama.
Ao examinar o desatar dos
acontecimentos e as acusações feitas por causa desta polêmica e com o benefício
do tempo transcorrido e de não ter sido parte envolvida neste caso podemos
chegar a certas conclusões sobre o que
foi citado neste capítulo:
1.
Vários pais e ex-integrantes do grupo
sustentaram em diferentes situações e de forma consistente três tipos de
acusações contra Edgardo Díaz e seu grupo empresarial:
A-
O manejo dos assuntos financeiros do Menudo não era
feito as claras, nem tinha divulgação completa, o que supostamente privou os
integrantes e seus familiares dos benefícios econômicos a que teriam direito.
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