Ao regressar a Porto Rico tive
várias consultas com o meu advogado e com os outros pais do Menudo. O meu advogado
concluiu que, a seu critério, da mesma forma que eu, era que meu único ponto
válido, e pelo qual havia fundamento legal, era o fato que de nos fizeram
aceitar a porcentagem com uma fraude. Se negassem este fator então teriam que
declarar que a venda do Menudo nunca aconteceu. Se declarassem que a venda foi
de verdade e sustentassem esse ponto então definitivamente nos coagiram a
mudança econômica por baixo de meios ilícitos e fraudulentos. Os pais estavam
meio divididos quanto a isto. Aparentemente a Nereida tinha tido uma conversa
com o Edgardo e chegado a algum tipo de acordo porque ela começou a não querer
discutir nada dos assuntos que nos afligiam desde antes. Sergio González e
Genoveva também estavam meios frios no assunto. Como os pais do Rubén estavam
em Nova York nunca podiam ser consultados e os pais do Ángelo estavam pressionando
a todo o momento pelos direitos do menino e nunca deixaram acumular dívidas em dinheiro
com estas pessoas que agora "manejavam" o Menudo. Foi assim que eu senti
que fiquei sozinho nesse assunto. A única coisa que me restava era unicamente
esperar e continuar observando.
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