a ser utilizada de forma mais
efetiva. Edgardo e seu advogado pediram para não continuar com o debate publico
e reafirmaram com todo aquele que tivesse de alguma prova que a levasse ao tribunal
e os acusassem em um processo correspondente. Este fato não foi contestado
satisfatoriamente pelos acusadores ali presentes. O pai de Ralphy afirmou que não
tinha processado Edgardo porque este tinha feito movimentos estratégicos com
suas propriedades e dinheiro, o que dava a entender que era impossível poder
reaver alguma soma do mesmo. O senhor Acevedo expressou razões similares. No
entanto, nenhum dos pais explicou porque não pediram as autoridades para que se
iniciasse uma ação de natureza criminal contra Edgardo.
Com este fato direto não contestado
de maneira efetiva, Edgardo mais uma vez alcançou o seu objetivo de semear
dúvidas e de afetar a credibilidade de seus adversários. É necessário recordar,
que não convence a suposta disponibilidade de Edgardo de comparecer a um
procedimento judicial, pois no caso de Bolivar Arellanos a presença física
deste nunca aconteceu.
Quanto ao outro assunto o de
natureza econômica Ramon Acevedo, pai de Raymond revelou a Cristina que a
administração do Menudo lhe devia aproximadamente sessenta mil dólares. Segundo
ele (Sr Acevedo), no momento que seu filho ingressou no quinteto o contrato
firmado com a Padosa estabelecia um sistema de salários fixos mensais. Mais
depois, no dia 29 de outubro de 1987 Edgardo solicitou aos pais dos integrantes
a renegociação dos acordos contratuais relacionados ás estruturas de
pagamentos, porque a Padosa estava atravessando por um momento de dificuldades
econômicas. Acevedo preocupado com o quadro econômico de Edgardo lhes
representou e pelo apreço que sentia pela organização, foi cooperador e aceitou
a proposta de Díaz de receber salários baseados nas porcentagens