terça-feira, 5 de junho de 2018

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uma série de fatores. Em primeiro lugar, não devemos nos esquecer que Arellanos não morava em Porto Rico. Este fato definitivamente tornava mais difícil a coordenação dos esforços de sua defesa. Em segundo lugar, sua situação econômica não era das melhores. A preparação vitoriosa de um pleito desta envergadura requer um grande investimento, assim como uma coleta de informações e provas, que demanda um grande desembolso de recursos econômicos para cobrir os gastos que envolvem viagens, investigadores e outras ferramentas indispensáveis.  E em terceiro lugar, aparentemente certas testemunhas chaves não conseguiram ser convencidas de cooperar com a defesa e aqueles que compareceram foram pouco incisivos no testemunho. Por ultimo, e não menos importante, não se deve perder de vista que Arellanos enfrentava uma empresa de grande prestigio e poder. Isto ficou evidenciado com a ágil e ampla mobilização de efetivos da policia no momento de cumprir a ordem de prisão do Tribunal contra o acusado. Por trás dos panos os meios de comunicação passaram “a mão na cabeça” da empresa dona do Menudo, tendo vista a seriedade das acusações apresentadas, assim como na falta de ação dos órgãos governamentais encarregados de proteger as crianças.
Independentemente da veracidade das acusações de Bolivar Arellanos, a estratégia adotada por Edgardo Díaz e sua equipe de trabalho, foi mais uma vez vitoriosa. De imediato, conseguiu deter a onda de acusações contra ele e estabeleceu um precedente de culpado, que enviaria uma mensagem aos seus detratores e os faria considerar com maior cautela a possibilidade de iniciar outra briga na justiça contra ele.
Por conta deste incidente, surgem em nossa mente uma série de interrogações que possivelmente terão surgido

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