Raymond:
-Não sei o que te dizer Carmen. Quando um integrante sai do grupo Menudo ele fica sozinho. Ninguém procura por ele, nem mesmo os jornalistas de Porto Rico, nem os jornalistas de nenhum lugar. Ninguém quer ouvi-lo, porque já saíram vários integrantes que falaram mal, mas ninguém quis ouvir nada, ninguém quer dizer nada, ninguém quer falar nada.
Raymond acrescentou que se tivesse passado por uma situação
como a descrita por seus companheiros, ele estaria mais afetado do que estava e
confessou que já se arrependeu muitas vezes de ter entrado no Menudo.
Carmen Jovet perguntou aos dois ex-menudos se ao fazerem
estas declarações eles tinham algum interesse econômico ou publicitário.
Raymond esclareceu que se fosse por dinheiro, a única coisa que poderia fazer
era um processo, porque seu pai tinha evidencias suficientes para provar que
lhe roubaram quantidades exorbitantes de dinheiro. Em referencia ao suposto
livro que seu pai escreveu, ele expressou que a razão do mesmo se baseava em
uma questão de moral. O jovem e seu pai, aparentemente estavam dispostos a
publicar um livro contando suas vivências no grupo. Este teria o título de “Papai,
quero ser um Menudo” e narraria com detalhes a experiência de Raymond e de seu
pai durante sua estadia no grupo. Em relação a este livro o pai de Raymond
falaria mais adiante no programa de Cristina. Porém, o mencionado livro nunca
foi publicado. As razões são desconhecidas (* nota para os brasileiros o livro “Papai,
quero ser um Menudo” já foi publicado só que pela internet e foi traduzido para
o português e está disponível em sua integra neste blog para que você o leia
gratuitamente).
Raymond continuou desabafando com a jornalista:
-Já faz dois anos que eu saí e ainda não consegui esquecer essas tristezas.
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