Cristina perguntou se ele já tinha
apanhado e ele respondeu que sim, porque ele merecia, pois o mesmo reconhecia
que era o mais inquieto de todos os integrantes. Inclusive, Adrián afirmou que
seus pais tinham dado autorização para que Edgardo batesse nele.
Sobre isto Ralphy respondeu que
uma coisa era que o seu pai o repreendesse e outra coisa era que o Edgardo lhe espancasse,
pois seu pai nunca tinha lhe batido dessa forma e muito menos tinha autorizado
que Edgardo fizesse isso. Cristina aproveitou a ocasião para destacar a
seriedade da acusação, ao enfatizar que nos Estados Unidos esse tipo de ação se
enquadra como “child abuse” (maltrato de menores) e que inclusive, uma
professora não pode bater em uma criança porque pode acabar sendo presa (na
cadeia).
O nome de Bolivar Arellanos não
poderia ficar de fora deste programa. No que diz a respeito a este personagem a
empresa do Menudo assumiu de imediato a ofensiva com o objetivo de afetar sua
imagem e destruir sua credibilidade. O representante legal de Edgardo, o advogado
Orlando López acusou Arellanos de manter na cidade de Nova York um
estabelecimento comercial para a venda ilegal de mercadorias relacionadas ao
Menudo. Edgardo destacou e esclareceu que este indivíduo não tinha a confiança
dos administradores do quinteto, nem tinha acesso ao mesmo. Porém, em questão
de segundos estas declarações ficaram em entrelinhas.
Outra das debatedoras presentes Soraya
Zambrano a então Diretora da Revista TV y Novelas de Porto Rico, afirmou que Arellanos
tinha permissão para tirar fotos nos Shows. Rafael Rodríguez o pai de Ralphy
entrou na conversa para mostrar umas fotos nas câmeras da televisão e
questionou como era possível que um homem que não era confiável e nem tinha
acesso ao quinteto, pudesse
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