quinta-feira, 28 de junho de 2018

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Cristina perguntou se ele já tinha apanhado e ele respondeu que sim, porque ele merecia, pois o mesmo reconhecia que era o mais inquieto de todos os integrantes. Inclusive, Adrián afirmou que seus pais tinham dado autorização para que Edgardo batesse nele.
Sobre isto Ralphy respondeu que uma coisa era que o seu pai o repreendesse e outra coisa era que o Edgardo lhe espancasse, pois seu pai nunca tinha lhe batido dessa forma e muito menos tinha autorizado que Edgardo fizesse isso. Cristina aproveitou a ocasião para destacar a seriedade da acusação, ao enfatizar que nos Estados Unidos esse tipo de ação se enquadra como “child abuse” (maltrato de menores) e que inclusive, uma professora não pode bater em uma criança porque pode acabar sendo presa (na cadeia).
O nome de Bolivar Arellanos não poderia ficar de fora deste programa. No que diz a respeito a este personagem a empresa do Menudo assumiu de imediato a ofensiva com o objetivo de afetar sua imagem e destruir sua credibilidade. O representante legal de Edgardo, o advogado Orlando López acusou Arellanos de manter na cidade de Nova York um estabelecimento comercial para a venda ilegal de mercadorias relacionadas ao Menudo. Edgardo destacou e esclareceu que este indivíduo não tinha a confiança dos administradores do quinteto, nem tinha acesso ao mesmo. Porém, em questão de segundos estas declarações ficaram em entrelinhas.
Outra das debatedoras presentes Soraya Zambrano a então Diretora da Revista TV y Novelas de Porto Rico, afirmou que Arellanos tinha permissão para tirar fotos nos Shows. Rafael Rodríguez o pai de Ralphy entrou na conversa para mostrar umas fotos nas câmeras da televisão e questionou como era possível que um homem que não era confiável e nem tinha acesso ao quinteto, pudesse

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